Segundo Tiago Schietti, os serviços funerários ocupam um lugar singular na sociedade. Eles atuam em momentos de extrema fragilidade emocional, quando famílias estão mais sensíveis, vulneráveis e atentas a cada detalhe do atendimento recebido. Por isso, a construção de vínculos de confiança com a comunidade não acontece por acaso, ela é resultado de postura ética, transparência e presença contínua.
Mais do que prestar um serviço pontual, empresas funerárias que se consolidam como referência são aquelas que conseguem estabelecer relações duradouras, baseadas em respeito, acolhimento e credibilidade. Esse vínculo fortalece não apenas a imagem institucional, mas também o papel social do setor. Ao longo deste conteúdo, serão abordadas as práticas, posturas e estratégias que contribuem para a construção dessa confiança e para uma atuação mais humana, transparente e sustentável no segmento funerário.
O papel social dos serviços funerários na vida comunitária
Os serviços funerários não atuam isoladamente. Eles fazem parte da dinâmica social, cultural e até religiosa das comunidades onde estão inseridos, assim como avalia Tiago Schietti. A forma como conduzem rituais de despedida influencia diretamente a maneira como a perda é vivenciada pelas famílias.
Quando há sensibilidade cultural, respeito às tradições locais e cuidado com as pessoas envolvidas, o serviço funerário deixa de ser visto apenas como um prestador e passa a ser reconhecido como um apoio essencial em momentos difíceis.
Por que a confiança é tão determinante nesse setor?
Essa é uma pergunta central quando se fala em serviços funerários. Diferente de outros segmentos, o cliente raramente escolhe com calma ou compara opções. A decisão costuma ser tomada sob forte impacto emocional.
De acordo com Tiago Schietti, nesse contexto, a confiança prévia é decisiva. Famílias tendem a procurar serviços que já conhecem, que foram bem recomendados ou que mantêm uma presença respeitosa na comunidade. A reputação construída ao longo do tempo pesa mais do que qualquer ação comercial pontual.

Elementos que fortalecem o vínculo com a comunidade
Antes de apresentar os principais elementos, é importante destacar que confiança não se constrói apenas no momento do atendimento, mas também no cotidiano da relação com a comunidade.
- Atendimento humanizado e empático;
- Transparência nas informações e nos valores;
- Cumprimento rigoroso de normas sanitárias e legais;
- Comunicação clara e respeitosa;
- Presença ativa em ações comunitárias.
Esses fatores criam uma percepção positiva e consistente ao longo do tempo.
A importância da transparência e da ética no atendimento
A transparência é um dos pilares da confiança, assim como frisa Tiago Schietti. Explicar processos, esclarecer dúvidas e apresentar opções de forma honesta evita ruídos e inseguranças. Em um momento de luto, a clareza traz conforto e sensação de controle.
A ética, por sua vez, se manifesta na postura da equipe, na ausência de práticas abusivas e no respeito às decisões da família. Quando esses valores são percebidos, o serviço funerário passa a ser lembrado como um apoio, não como uma pressão.
Relações de longo prazo e memória coletiva
A confiança construída com a comunidade se reflete na memória coletiva. Na visão de Tiago Schietti, um atendimento bem conduzido é lembrado por anos e compartilhado entre familiares, amigos e vizinhos. Da mesma forma, experiências negativas tendem a se espalhar rapidamente.
Por isso, cada atendimento carrega um peso que vai além daquele momento específico. Ele contribui para a imagem institucional e para a forma como o serviço funerário será percebido no futuro.
Fortalecer vínculos é também cuidar da sociedade
Em conclusão, quando serviços funerários investem na construção de vínculos de confiança, eles assumem um papel social relevante. Acolher, orientar e respeitar as famílias é uma forma de cuidar da saúde emocional da comunidade como um todo.
Em um setor tão sensível, confiança não é um diferencial, é uma necessidade. E ela se constrói com consistência, humanidade e compromisso diário com as pessoas que mais precisam de apoio.
Autor: Diego Rodríguez Velázquez
