Segundo o fundador Ian Cunha, um corpo forte e uma mente clara são uma relação mais direta do que muitos líderes imaginam. Quando a rotina é intensa, é fácil empurrar o corpo para “depois”. O corpo não espera. Conforme os anos passam, o custo de negligenciar força e mobilidade aumenta: dores, limitações, rigidez, queda de energia e desconforto constante.
Como resultado, parte da atenção do líder é drenada por incômodo físico e cansaço, diminuindo a capacidade de pensar com profundidade. Se você quer envelhecer com clareza para liderar melhor, continue a leitura e entenda por que força e mobilidade importam cada vez mais com o tempo.
A reserva física que protege a reserva mental
Força é reserva. Mobilidade é liberdade de movimento. Elas sustentam capacidade funcional. Ter reserva física significa que atividades comuns exigem menos esforço, e o corpo lida melhor com estressores. Por conseguinte, sobra energia mental para decidir, planejar e liderar.

Corpo forte não é estética, é estabilidade. Como resultado, o líder tolera melhor semanas exigentes, sem entrar em modo reativo por exaustão. Força e mobilidade funcionam como um seguro: elas reduzem a chance de que o corpo vire um fator limitante para a vida profissional e pessoal.
Mobilidade é prevenção de ruído físico
Mobilidade é capacidade de mover com controle e amplitude. Quando a mobilidade cai, o corpo compensa, e compensações geram dor, rigidez e desgaste. Assim sendo, a liderança passa a conviver com “ruídos físicos”: incômodos que parecem pequenos, mas drenam energia todos os dias.
Como aponta o fundador Ian Cunha, esse ruído tem impacto direto no trabalho: desconforto reduz paciência, piora humor e encurta a tolerância à fricção. Dessa forma, conflitos parecem maiores, tarefas parecem mais pesadas e a mente fica mais irritável. Como consequência, as decisões tendem a ser mais impulsivas, pois a pessoa busca alívio rápido.
Força como ferramenta de longevidade funcional
Conforme o tempo avança, manter massa muscular e capacidade de produzir força se torna um fator central de autonomia. Isso não é um detalhe, é um pilar de longevidade. A perda de força tende a aumentar o risco de lesões e limitações, e limitações reduzem o movimento, criando um ciclo de piora.
Na visão do CEO Ian Cunha, a força preservada melhora o dia a dia porque o corpo responde melhor ao estresse. Como resultado, a liderança não depende tanto de estímulos artificiais para funcionar. A clareza mental fica mais disponível, pois o corpo não está “travando” em silêncio.
Movimento melhora foco, humor e tomada de decisão
Movimento não é apenas gasto calórico. Ele influencia neurotransmissores, melhora circulação e ajuda a regular o estresse. Força e mobilidade também afetam a mente por vias indiretas: sono melhor, humor mais estável e maior capacidade de concentração.
No entendimento do superintendente geral Ian Cunha, líderes que cuidam do corpo tendem a decidir melhor porque têm mais estabilidade emocional. Conseguem sustentar conversas difíceis, manter padrão de execução e resistir a impulsos de curto prazo. Corpo forte e mente clara é um pacote de coerência: a mente fica mais calma porque o corpo está mais organizado.
O longo prazo exige base, não improviso
Envelhecer com performance não depende de modismos. Depende da base. Força e mobilidade são bases porque sustentam capacidade funcional e reduzem dor, o que preserva energia e foco. Como conclui o superintendente geral Ian Cunha, o longo prazo premia quem protege o essencial com consistência.
Corpo forte e mente clara não são slogans. Força e mobilidade importam com o tempo porque protegem autonomia, reduzem ruído físico, estabilizam energia e melhoram qualidade de decisão. Quando o corpo deixa de ser um problema constante, a mente ganha espaço para o que os líderes realmente precisam fazer: pensar, decidir e conduzir com clareza.
Autor: Roger Tant
